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quarta-feira, 6 de maio de 2015
quinta-feira, 16 de abril de 2015
sexta-feira, 27 de março de 2015
Por Lisboa com ...
Pedro Santos Almeida é o novo convidado desta rubrica. O Pedro é um jovem nascido na década de 90 mas apesar da sua tenra idade já é responsável por um dos restaurantes sensação de Lisboa. Chef executivo do Viva Lisboa, Pedro conclui o seu curso na Escola de Hotelaria e Turismo do Estoril, passando por várias cozinhas nacionais, nomeadamente no Hotel Vila Galé Estoril, Hotel Miragem Cascais, Cozinha Divina, Waves by Chakal (Algarve), Hemingway Cascais e L' AND Vineyards em Montemor-o-Novo. Foi nesta ultima cozinha que Pedro desenvolveu a sua arte, aprendendo com o estrela Michelin Chef Miguel Laffan.
Enquanto conversávamos, Pedro aproveitou para nos dar a conhecer o seu menu de Páscoa que estará disponível de 30 de Março a 5 de Abril, com os seguintes pratos:
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| Fotografia cedida por Chefs Agency |
quinta-feira, 5 de março de 2015
Por Lisboa com ...
Lisboa é de todos nós. Lisboa é de quem nasceu nela, de quem cresceu nela e de quem vive nela. De quem a visita, de quem a admira, de quem a consome. Tendo como base todos estes sujeitos, iniciámos uma rubrica nova e decidimos inaugurá-la com João Jacinto Freitas Ferreira, autor do Gentleman's Journal, recentemente premiado como blogger do ano pelo canal E!.
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| Fotografia de Sara Pinheiro |
O João é consultor de comunicação, e antes de se dedicar ao seu Gentleman's Journal trabalhou em projetos culturais e integrou várias equipas em agências de comunicação, na vertente da Moda, até chegar à Global Press. Trabalhou também como relações públicas no restaurante Bica do Sapato, como comentador no programa passadeira vermelha da SIC Caras, e é presença assídua nas relações públicas da Moda Lisboa. Residente na zona da baixa e apaixonado pela nossa cidade, aceitou de imediato responder às questões que agora partilhamos convosco.
Define Lisboa numa frase:
Lisboa é a nitidez através do ar, Lisboa é a cor manchada dos muros, Lisboa é o musgo novo a nascer sobre o musgo seco, Lisboa é a imperfeição criteriosa e Lisboa é o céu reflectido - José Luís Peixoto
Define Lisboa num momento:
O por do sol em qualquer miradouro, mas no da graça é fantástico!
Define Lisboa numa música:
Lisboa não sejas Francesa de Amália Rodrigues
Define Lisboa numa cor:
Dourado do sol
Cheira bem, cheira a Lisboa, e a ti?
O cheiro das jacarandás em flor
Se pudesses escolher um recanto em Lisboa só para ti, onde seria?
Uma varanda na Rua da Madalena, uma água furtada em Santa Catarina ou algo nestes bairros históricos. Como vivo na Baixa, não imagino mais nada!
O que mudarias em Lisboa?
As sucessivas mudanças e a falta de visão a longo prazo dos nossos governantes. E, a falta de respeito pelos edifícios antigos. As atrocidades que se fazem no lugar de edifícios antigos é agoniante.
sexta-feira, 20 de julho de 2012
Loures e Lisboa - o problema irresolúvel da Parque Expo
O problema é recorrente e, nós, já aqui o tratámos (aqui, aqui, aqui, e aqui). Agora surge esta pérola: "Isto é uma bandalheira absoluta, mas não vamos ser nós a vestir a noiva para outro a despir!". Mas esta pérola linguística encerra um problema grave, que demonstra a total incompetência da actual gestão camarária (estará alguém admirado a esta altura...?).
Declara o Presidente da Câmara de Loures, douto sábio da cultura popular portuguesa: "Não faz sentido engordarmos o porco para outros comerem as febras.". Vale a pena ler...
"Trocado por miúdos, isto quer dizer que a Câmara de Lisboa ficaria responsável pela recolha do lixo e pela manutenção do espaço público de todo o território da antiga Expo-98. Acontece que o município dirigido por António Costa só aceita a incumbência a troco das correspondentes dotações financeiras.
O presidente da Junta de Freguesia dos Olivais, Rosa do Egipto, que interpôs, juntamente com a associação de moradores do Parque das Nações, uma providência cautelar para impedir Assunção Cristas de prosseguir para já os seus intentos, explica porquê: "Ao que sei, a manutenção dos espaços verdes e a recolha de lixo no Parque das Nações [baseada num sistema de condutas subterrâneas que exige uma recolha mais dispendiosa do que a do resto da cidade] custam meio milhão de euros por mês." A pedido de Cristas, este autarca suspendeu a providência cautelar, mas vai ameaçando: "Se as negociações entre a ministra e a Câmara de Lisboa não correrem bem, reactivá-la-emos."
O comunicado do Conselho de Ministros não explica quando nem em que moldes será transferida a gestão dos terrenos, e se ela inclui também edifícios emblemáticos como o Pavilhão de Portugal, que o Governo quer vender. No comunicado, lê-se apenas que foi determinada a transferência para o município de Lisboa "das infra-estruturas afectas ao uso público e ao serviço público urbano", como arruamentos e parques, e da "posição contratual [da Parque Expo] nos contratos de empreitada de obras públicas, locação e aquisição de bens móveis e serviços", como mobiliário urbano."
Toda a peça jornalística é uma peça inolvidável. Apenas deixo mais esta, para aguçar o apetite: "Para complicar tudo, nem António Costa nem o seu homólogo de Loures reconhecem dívidas que a Parque Expo e o Governo lhes atribuem, num total de 100 milhões de euros."
Portugal no seu melhor...
Declara o Presidente da Câmara de Loures, douto sábio da cultura popular portuguesa: "Não faz sentido engordarmos o porco para outros comerem as febras.". Vale a pena ler...
"Trocado por miúdos, isto quer dizer que a Câmara de Lisboa ficaria responsável pela recolha do lixo e pela manutenção do espaço público de todo o território da antiga Expo-98. Acontece que o município dirigido por António Costa só aceita a incumbência a troco das correspondentes dotações financeiras.
O presidente da Junta de Freguesia dos Olivais, Rosa do Egipto, que interpôs, juntamente com a associação de moradores do Parque das Nações, uma providência cautelar para impedir Assunção Cristas de prosseguir para já os seus intentos, explica porquê: "Ao que sei, a manutenção dos espaços verdes e a recolha de lixo no Parque das Nações [baseada num sistema de condutas subterrâneas que exige uma recolha mais dispendiosa do que a do resto da cidade] custam meio milhão de euros por mês." A pedido de Cristas, este autarca suspendeu a providência cautelar, mas vai ameaçando: "Se as negociações entre a ministra e a Câmara de Lisboa não correrem bem, reactivá-la-emos."
O comunicado do Conselho de Ministros não explica quando nem em que moldes será transferida a gestão dos terrenos, e se ela inclui também edifícios emblemáticos como o Pavilhão de Portugal, que o Governo quer vender. No comunicado, lê-se apenas que foi determinada a transferência para o município de Lisboa "das infra-estruturas afectas ao uso público e ao serviço público urbano", como arruamentos e parques, e da "posição contratual [da Parque Expo] nos contratos de empreitada de obras públicas, locação e aquisição de bens móveis e serviços", como mobiliário urbano."
Toda a peça jornalística é uma peça inolvidável. Apenas deixo mais esta, para aguçar o apetite: "Para complicar tudo, nem António Costa nem o seu homólogo de Loures reconhecem dívidas que a Parque Expo e o Governo lhes atribuem, num total de 100 milhões de euros."
Portugal no seu melhor...
Pensamento de
Pedro Miguel S.M. Rodrigues
à(s)
sexta-feira, julho 20, 2012
3 comentários:
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