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quarta-feira, 22 de janeiro de 2014
sexta-feira, 20 de setembro de 2013
Museus em Saldos
A Santa Casa da
Misericórdia, a que pertence o Museu de S. Roque, estabeleceu parcerias
com outros sete museus do eixo Chiado-Amoreiras para "dinamizar esta
zona de Lisboa".
Além de S. Roque estão envolvidos nesta iniciativa o Museu do Chiado, o Museu Arqueológico do Carmo, o Museu Nacional de História Natural e da Ciência, o Museu Arpad Szenes-Vieira da Silva, o Museu da Água, o Museu Geológico e o Museu da Farmácia.
Na compra de um bilhete normal para um destes museus, há desconto de 20% nos outros sete por um período de três dias.
Além de S. Roque estão envolvidos nesta iniciativa o Museu do Chiado, o Museu Arqueológico do Carmo, o Museu Nacional de História Natural e da Ciência, o Museu Arpad Szenes-Vieira da Silva, o Museu da Água, o Museu Geológico e o Museu da Farmácia.
Na compra de um bilhete normal para um destes museus, há desconto de 20% nos outros sete por um período de três dias.
terça-feira, 17 de julho de 2012
Uma viagem pela arte dos azulejos no séc. XVII - Exposição no Museu Nacional do Azulejo
Descoberto na edição impressa de hoje, do Público (sem link), está em exibição no Museu Nacional do Azulejo, uma exposição que tem como objectivo mostrar ao público como nasceu a arte de uso dos azulejos na sociedade portuguesa, a partir do séc. XVII, intitulada "Um Gosto Português. O uso do azulejo no século XVII".
De Terça a Sexta-Feira, das 10h às 18h, e até ao dia 28 de Outubro.
Pensamento de
Pedro Miguel S.M. Rodrigues
à(s)
terça-feira, julho 17, 2012
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Etiquetas:
Azulejos,
cultura,
Exposição Temporária,
lisboa,
Museu Nacional do Azulejo,
museus,
Século XVII
segunda-feira, 2 de julho de 2012
António Mega Ferreira e CML: o rei vai nu

A propósito deste vídeo, que o meu caro colega Diogo Agostinho teve o condão de divulgar.
Consta que a CML lá aprovou a contratação de António Mega Ferreira, para realizar o tal estudo com o objectivo de "criar um programa criativo, uma estratégia para os museus municipais". À primeira vista, o objectivo parece ser meritório, não fosse a argumentação apresentada: "Para isso não precisamos de um museólogo mas de alguém que esteja habituado a pensar a cultura e a cidade.". Pretende-se renovar o Museu da Cidade, mas considera-se que não deve ser um museólogo, mas sim alguém que pense a cultura e a cidade.
Reconheço que o spin está muito bem feito, e que a argumentação é engraçada, mas este exercício de oratória enferma de uma profundíssima demagogia, senão mesmo, de pura e impressionante incompetência. Pensar a cultura? Não lhe meto em causa o currículo, mas uma vida inteira dedicada à escrita, com uma passagem pelo CCB, não é garantia de uma visão estruturada sobre o que deve ser a Cultura. Ademais,pensar a cidade? Desconheço qualquer escrito de Mega Ferreira, ideológico, com uma visão estruturada de Lisboa. Desafio o leitor a indicar.
Diz o povo: "À mulher de César não basta ser séria, também tem que o parecer". E em todo este processo não basta a CML ser séria, também tem que o parecer: esquecer-se de técnicos internos ou quem já tenha pensado Lisboa, é sintomático disso mesmo. No fundo, é a típica atitude socialista perante os problemas: convida-se um amigo, paga-se de forma principesca, e tudo fica muito bem na fotografia. A isto tenho apenas uma coisa a dizer: isto não é Política, isto é incompetência abjecta e uma forma triste de brincar com os lisboetas.
quarta-feira, 16 de maio de 2012
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