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terça-feira, 11 de novembro de 2014

António Costa: o rosto do Desastre "Vai uma taxinha meu caro, vai?"



Fontes não faltam, lá isso é verdade, para relatar e comentar este desastre de cariz apocalíptico. Desastre que ainda é construído em jeito local mas que, pelo ar da carruagem, será também nacional não tarda uns aninhos. E para agradar aos leitores, aqui vai um resumo das fontes, para que não haja "facciocismo" nas escolhas jornalísticas.


Não me interessa este tipo de reacções. Pura crítica partidária fala por si, é melhor não levar muito a sério senão o mais provável é ir mais cedo para o manicómio.

O que há a realçar deste exemplo tão bonito é a receita encontrada por um empedernido socialista, para o problema grave da falta de sustentabilidade das finanças de Lisboa (não será isto familiar...?). A receita de equilibrar pela receita, pois claro. A parte fácil, aquela que não exige pensamento, aquela que não pede explicações sobre os objectivos a longo prazo, aquela que não pede a explicação de uma visão e de um projecto. Bem pelo contrário.

Se Lisboa é cada vez mais uma cidade de Turismo, permitindo o seu desenvolvimento económico, vai mais uma taxinha.

Se Lisboa, devido ao turismo, tem a florescer o mercado do negócio turístico, de forma livre, sem intervenção do Estado, sem a sua mania de tudo taxar só porque mexe e lucra; então, vamos criar mais uma taxinha para agradar ao mastodonte socialista, bêbado com dinheiro dos contribuintes.

E assim vamos nós, caminhando na desgraça de uma cidade que, à hora que escrevo, parece que vai levar com mais um dilúvio em cima. Ah! E a culpa é... É de ninguém, "porque não se consegue controlar os elementos da natureza". E não se presta atenção aos avisos atempados da Protecção Civil...

É isto meus senhores e minhas senhoras habitantes de Lisboa, esta cidade à beira rio plantada. Entregue a um governante socialista que se esqueceu que tem uma cidade para governar. E que, quando se lembra, usa Lisboa para as suas experiências governativas a pensar no Governo. Mas que contudo, esquece esta verdade universal....




quarta-feira, 27 de novembro de 2013

António Costa: um problema (não só) lisboeta



Como bom socialista, pregador das virtudes irrealistas, e orador de estilo imberbe, espúrio nos seus propósitos, brandando contra a má sorte nacional, parece que agora, no burgo que pretende governar, pretende aplicar uma velha receita.

Problemas de tesouraria? Problemas de finanças? Ora essa, o contribuinte que pague o problema mastodôntico da CML.

Cortar a despesa? Não, vamos manter a estrutura e vamos adicionar mais umas quantas receitas, para fingir que se consegue equilibrar, como já se fez no passado (alguém se lembra desta palhçada?)

E assim segue, António Costa, justificando o seu falhanço financeiro, mas, ao mesmo tempo, justificando as atenções nacionais...