Situada no número 4C da Avenida 24 de Julho em Lisboa, a Pequena Galeria inaugura, a 21 de maio pelas 18h00, a exposição de fotografia 1.3 Billion de João Ferreira, com curadoria de Luís Pereira.
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sexta-feira, 8 de maio de 2015
sexta-feira, 22 de março de 2013
23ª Meia Maratona de Lisboa EDP vs Carris
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2013 | www.carris.pt
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Pensamento de
jfd
à(s)
sexta-feira, março 22, 2013
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segunda-feira, 16 de julho de 2012
Trânsito em Lisboa: uma questão de veículos ou de organização?

Existem
artérias em Lisboa que, em hora de ponta, são um verdadeiro inferno para a
circulação automóvel. Os exemplos mais flagrantes que conheço (pois admito que
existam mais) são a Avenida 24 de Julho, a Avenida Infante Dom Henrique e a Avenida
Fontes Pereira de Melo. Sem ignorarmos o elevado número de veículos que
circulam na nossa cidade (mais do que desejável), o factor que me parece
contribuir em maior escala para o caos no trânsito nestas artérias prende-se
mesmo com questões de organização. Se na Avenida Infante Dom Henrique o
problema se prende com as intermináveis intervenções que se vão sucedendo
naquela via (que recentemente “obrigaram” a reduzir a circulação a uma única faixa
no sentido do Terreiro do Paço), já na Avenida 24 de Julho e na Avenida Fontes
Pereira de Melo existe uma gritante descoordenação entre os semáforos que faz
com que os condutores desesperem no trânsito.

Soluções
para o problema do trânsito em Lisboa? Além da medida mais óbvia e fácil de
implementar que passa por sincronizar os semáforos de forma a regular o
trânsito (a sua verdadeira função) e não a instalar o caos, existe uma outra mais estrutural pela qual
todos os Lisboetas suspiram: uma rede de transportes alargada e eficiente. A
grande maioria dos Lisboetas não opta por levar veículo para o respectivo emprego por
comodidade ou por capricho, enfrentando o consequente trânsito e dificuldades
de estacionamento. Fazem-no antes porque não existe uma rede de transportes que
constitua uma verdadeira alternativa, mormente para aqueles que residem nas
zonas limítrofes da cidade de Lisboa. A oferta hoje existente é (relativamente)
cara, oferece poucas alternativas, e, a mais das vezes, implica o dispêndio de demasiado
tempo para os percursos em causa. A solução passará, quanto a mim, por colocar
todas as empresas de transportes que operem na zona da grande Lisboa sob uma mesma
autoridade, permitindo deste modo coordenar da melhor forma os meios
disponíveis e, além disso, sincronizá-los de forma a que os utentes cheguem ao
destino com a maior economia de tempo possível. Complementarmente, haverá que
criar mais interfaces de transportes. Numa cidade da dimensão de Lisboa não
basta o Oriente, Sete Rios, Santa Apolónia e Cais do Sodré. Talvez com medidas como esta seja possível reduzir o número excessivo de veículos que circulam em Lisboa e, assim, melhorar não só a circulação nas vias mas ainda contribuir para melhoria da qualidade do ar que os Lisboetas respiram. Qual a vossa opinião?
Pensamento de
Falcão
à(s)
segunda-feira, julho 16, 2012
8 comentários:
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