Arranca já hoje e prolonga-se até dia 19 de Abril mais uma edição da LisbonWeek. 15 guias, 40 voluntários, 20 instituições, 15 exposições e uma série de parceiros vão juntar esforços para fazer com que o cenário da terceira edição do LisbonWeek, se transforme no maior ponto de encontro de Lisboa. A equipa LisbonWeek está pronta para conduzir lisboetas, turistas e amantes da cidade, numa viagem por um bairro que, até agora, tem fugido aos roteiros turísticos mais tradicionais: Alvalade.
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sexta-feira, 10 de abril de 2015
quinta-feira, 9 de abril de 2015
LisbonWeek e Caixa Geral de Depósitos: Exposição Porfírio Pardal Monteiro
Pela terceira vez consecutiva, a Caixa Geral de Depósitos volta a surgir como mecenas de um dos principais momentos do LisbonWeek. Confirmando o seu apoio às artes e à cultura, a Caixa é o patrocinador oficial da exposição “Porfírio Pardal Monteiro – Arquitecto de Lisboa”, que vai estar patente na Biblioteca Nacional de Portugal a partir do dia 10 de Abril.
quinta-feira, 2 de abril de 2015
LisbonWeek e EDP revelam segredos do LNEC
Assumindo-se, uma vez mais, como plataforma multidisciplinar onde se encontram diversas áreas do conhecimento e da cultura o LisbonWeek, em parceria com a EDP, apresenta no Laboratório Nacional de Engenharia Civil (LNEC) a exposição “Engenharia Para a Sociedade”, que irá mostrar ao grande público modelos reduzidos de estruturas e instalações experimentais utilizados para a garantia da segurança de engenharia. Nesta mostra, irão poder ser vistos modelos de barragens como a de Caniçada, a funcionar desde 1954, ou a do Varosa, que existe desde 1977. Para além destes exemplos, em solo nacional, o LNEC vai expor modelos das barragens de Aldeadávila e Atazar (Espanha), Cahora Bassa (Moçambique), Cambambe (Angola), Salto do Funil (Brasil) e Morrow Point (Estados Unidos da América).
Mas esta exposição não trata apenas de barragens. Daí também o seu nome - “Engenharia Para a Sociedade”. Por isso, poderão também ser vistos a réplica de uma plataforma sísmica, o Modelo da Ponte 25 de Abril, o Modelo do tabuleiro da Ponte 25 de Abril (ensaio aerodinâmico), o Modelo de um estádio de futebol na Argélia, e um Modelo hidráulico de barragem num tanque em acrílico que permite ver o circuito interno da água.
sábado, 28 de março de 2015
LisbonWeek Convida MOSTRA de Arte a Invadir Alvalade
Desde 2012 que o LisbonWeek pretende ser uma plataforma multidisciplinar que desvenda e cruza diferentes áreas culturais. Se no primeiro ano um dos momentos altos do evento foi a Exposição Vérride, no Palácio de Santa Catarina, onde 15 artistas portugueses reinventaram a história do edifício com obras inéditas, o mais inovador, porque inesperado, terá sido o Blind Date, na Igreja de Santa Catarina, uma espécie de “leilão às cegas” para o qual 30 artistas foram convidados a desenhar uma cartolina e a assinarem, somente, no verso, fazendo com que a compra acontecesse por impulso, por gosto puro, e não por imposição tendenciosa. Na segunda edição, em 2013, o LisbonWeek explorou a cidade através da exposição “I’ll Be Your Mirror”, que juntava peças de artistas como Fernanda Fragateiro ou João Onofre, e fez um percurso, com o mesmo nome, por uma série de locais cuja história e arquitectura se encontravam com as estórias pensadas por Delfim Sardo, o curador responsável por toda essa provocação a Lisboa - e que foi tão longe, ao ponto de se transformar num convite ao arquitecto Carrilho da Graça, que desenhou o lounge LisbonWeek, “uma nave, um cilindro perfeito construído em espelho”, que esteve durante oito dias no Largo de São Domingos e foi visitado por mais de nove mil pessoas.
Este ano, a LisbonWeek voltou a desafiar a MOSTRA a juntar-se ao calendário da sua terceira edição, a decorrer entre 10 e 19 de Abril no bairro de Alvalade. Esta será a segunda vez que a MOSTRA, uma iniciativa de Patrícia Pires de Lima Art Consultant & Projects, surge como meio de promoção e divulgação da arte contemporânea nacional, através um showcase aberto ao público. Para este ano estão confirmados 90 artistas, nomes consagrados como Rui Sanches, Miguel Palma ou Paulo Brighenti, e novos talentos como José Pedro Cortes, António Júlio Duarte ou Duarte Amaral Netto, a quem foi dada total liberdade criativa. O espaço onde decorre será, à semelhança do ano passado, “desabitado”, sem formalismos: o número 2 da Rua do Centro Cultural, em Alvalade. Esta “exposição pop-up” poderá ser vista de Segunda a Sexta das 13h às 20h, e aos fins-de-semana das 12h às 18h.
quarta-feira, 18 de março de 2015
LisbonWeek apresenta 4 exposições de entrada livre
Falta menos de um mês para o LisbonWeek, a decorrer entre 10 e 19 de Abril em Alvalade, e este ano, para além das visitas guiadas, a face mais conhecida da programação nas anteriores edições, o LisbonWeek apresenta quatro exposições, todas elas de entrada livre, produzidas de raiz pela organização:
Porfírio Pardal Monteiro – Arquitecto de Lisboa, em exibição na Biblioteca Nacional de Portugal, tem curadoria de Ana Tostões e de João Pardal Monteiro, e como mecenas a Caixa Geral de Depósitos. Esta exposição passará em revista a vida e obra de Porfírio Pardal Monteiro (1897-1957), um dos mais importantes arquitectos do século XX em Portugal. Através de objectos pessoais, desenhos e imagens da época, os visitantes poderão ver esboços de edifícios como a Estação do Cais do Sodré, correspondência com colegas do movimento modernista ou primeiros planos de equipamentos como o Instituto Superior Técnico. A não perder, numa sala de 1000 metros quadrados nunca antes vista da Biblioteca Nacional de Portugal, de segunda a sexta, das 09h30 às 19h30, e a aos sábados, das 09h30 às 17h30.
Existe a possibilidade de marcar visitas guiadas a esta exposição, com um número mínimo de 10 pessoas, a efectuar uma vez por dia. Os interessados devem contactar a organização do LisbonWeek através do e-mail reservas@lisbonweek.com;
Encontrar Maria Keil, uma homenagem a uma das artistas portuguesas mais multifacetadas das últimas décadas. Maria Keil (1914-2012) trabalhou em cenografia, tapeçaria, pintura, mas a sua grande prova de amor à cidade está no Metropolitano de Lisboa, onde revestiu a azulejo 19 estações “totalmente de borla, por amor à arte”. Um dos exemplos está na Estação de Alvalade, onde o LisbonWeek, com o apoio da MOP e do Metro de Lisboa, quis chamar a atenção para painéis de azulejos que, por vezes, aindapassam despercebidos na correria do quotidiano. A entrada é livre mas implica o bilhete de acesso ao cais de embarque da estação. De segunda a domingo, das 06h30 à 01h;
Urban Sketchers, uma exposição que mostra Alvalade pelos olhos de um colectivo de autores (exactamente denominados Urban Sketchers) que desenham em diários gráficos as cidades onde vivem e os sítios por onde passam. Tendo como manifesto “mostrar o mundo, um desenho de cada vez”, estes artistas urbanos estiveram dois meses a captar as cores, o ambiente e a vida do bairro de Alvalade. O resultado final são 40 obras, para ver de segunda a sexta, das 10h às 19h, na Reitoria da Universidade de Lisboa;
Vanguarda é um regresso ao passado, em forma de fotografia, que mostra porque é que Alvalade já era, na década de 50, totalmente avant-garde. Uma série de imagens a preto e branco, cedidas pelo Arquivo Municipal de Lisboa, que mostram os prédios, as avenidas, os cinemas, as zonas de lazer e pequenos momentos de um bairro que nascia novo dentro da cidade. Os autores expostos no Centro Comercial Alvalade são entre outros, Amando Serôdio, Artur Goulart e João Brito Geraldes, e a exposição está aberta de segunda a domingo, das 09h às 21h.
quinta-feira, 26 de fevereiro de 2015
LibonWeek em Alvalade de 10 a 19 de Abril
A terceira edição do LisbonWeek, que decorre entre 10 e 19 de Abril, vai explorar Alvalade, o mais moderno bairro de Lisboa. Fruto de uma coprodução da ACTU (Associação Cultural Turística Urbana), da Câmara Municipal de Lisboa, e da Junta de Freguesia de Alvalade, o LisbonWeek vai explorar este bairro através de visitas culturais e exposições, numa viagem que irá ao encontro de edifícios emblemáticos que fazem parte do nosso dia-a-dia mas cuja relevância ainda é, por muitos, desconhecida.
Fruto de um levantamento histórico desenvolvido ao longo de um ano e meio pela equipa do LisbonWeek, esta edição vai desvendar segredos de espaços marcantes como a Biblioteca Nacional de Portugal, o Jardim do Campo Grande, a Reitoria da Universidade de Lisboa, a Torre do Tombo, o Museu de Lisboa – Palácio Pimenta, o Museu Bordalo Pinheiro, o Hospital Júlio de Matos, o Laboratório Nacional de Engenharia Civil ou o Complexo dos Coruchéus. Através de visitas culturais diárias, os visitantes vão poder conhecer as perspectivas históricas, arquitectónicas e artísticas de cada um destes nove locais.
Os passeios no autocarro LisbonWeek, apoiados pela Cityrama irão, por seu lado, mostrar um outro olhar sobre o plano urbanístico do bairro – e não só. A Visita “Lisboa Moderna”, com curadoria de Ana Tostões, irá ao encontro dos principais pontos de Alvalade, contando a história do bairro, dos seus edifícios mais representativos e da sua evolução. Já a visita de autocarro “Porfírio Pardal Monteiro”, com curadoria de João Pardal Monteiro, vai explorar a obra de Porfírio Pardal Monteiro por toda a cidade. Haverá ainda uma visita, a pé, ao Jardim do Campo Grande, delineada por José Sarmento de Matos.
Como grandes momentos de programação, o LisbonWeek destaca quatro exposições imperdíveis, todas elas gratuitas de 10 a 19 de Abril:
- “Porfírio Pardal Monteiro – Arquitecto de Lisboa”, com curadoria de Ana Tostões e João Pardal Monteiro, em exibição na Biblioteca Nacional de Portugal. Tendo como mecenas a Caixa Geral de Depósitos (CGD), esta é uma oportunidade única para saber mais sobre a vida e obra de um dos mais importantes arquitectos do nosso país, já que nenhuma retrospectiva do género se realiza desde 1938. Para ver até Junho, de 2a a 6a das 09h30 às 19h30 e aos Sábados das 09h30 às 17h30;
- “Encontrar Maria Keil”, uma produção da ACTU que expõe, na Estação de Metro de Alvalade, alguns dos mais notáveis trabalhos de azulejaria da pintora Maria Keil. A sua obra, construída ao longo de oito décadas, revela um percurso multifacetado que mistura ilustração, tapeçaria, cenografia, design gráfico, mobiliário, o que torna Maria Keil numa das artistas portuguesas mais notáveis do século XX. De 2a a Domingo, das 06h30 à 01h00;
- “Urban Sketchers”, um olhar diferente sobre o quotidiano de Alvalade, pelas mãos do Grupo Urban Sketchers, que durante Janeiro e Fevereiro irão captar o ambiente, as cores e a vida daquele bairro. Os desenhos estarão expostos na Reitoria da Universidade de Lisboa, de 2a a 6a, das 10h00 às 19h00;
- “Vanguarda”, uma exposição de fotografia que recua até à década de 50 para mostrar o dia-a-dia de Alvalade. As imagens para este regresso ao passado foram disponibilizadas pelo Arquivo Municipal de Lisboa, e podem ser vistas no Centro Comercial Alvalade, de 2a a 6a das, 10h00 às 19h00.
EVENTOS CONVIDADOS
A intervenção do LisbonWeek em Alvalade contribuirá para a redescoberta e revitalização do bairro, reforçando a dinâmica da cidade e captando públicos internacionais que normalmente se focam nos habituais roteiros turísticos. O LisbonWeek funcionará, por isso, como anfitrião de uma série de eventos regulares que, nestas datas, vão acrescentar ainda mais dinâmica à celebração de um bairro eternamente moderno:
- “E Morreram Felizes Para Sempre”, uma peça de teatro imersivo que decorre num edifício de dois andares no Hospital Júlio de Matos. O espectáculo, da autoria de Nuno Moreira e direcção de actores de Ana Padrão, permitirá ao visitante interagir com o espaço e descobrir as estórias dentro da história – um cross over entre a tragédia amorosa de Pedro e Inês de Castro e a invenção da lobotomia, por Egas Moniz. As datas e horários serão anunciadas em breve;
- A “mOstra”, uma plataforma que une a comunidade artística, o mercado e o público, terá a sua segunda edição durante o LisbonWeek. Tendo como objectivo promover e divulgar a arte contemporânea, a mOstra apresentará, num espaço alternativo, um conjunto de artistas consagrados e outros emergentes. De 10 a 19 de Abril, de 2a a 6a das 13h00 às 20h00 e aos fins-de-semana das 12h00 às 19h00, na Rua João Saraiva, 3, em Alvalade;
- A “Feira da Buzina”, realizada em Portugal pela Taiga, adopta o formato “car boot sales”, onde os vendedores utilizam a bagageira do carro como expositor de vendas. Domingo, 12 de Abril, entre as 11h00 e as 19h00, o Mercado Alvalade Norte, vai encher-se de relíquias, entre velharias, antiguidades, móveis vintage e modernos, roupa e acessórios novos e usados, artesanato urbano, tal como se quer num bom fleamarket;
- Dia 17 de Abril, às 11h30, o “Peixe em Lisboa” junta-se ao LisbonWeek e vai do Pátio da Galé, no Terreiro do Paço (onde decorre, entre 9 e 19 de Abril), até ao Mercado de Alvalade Norte, para alguns chefes de cozinha bem conhecidos mostrarem aos visitantes diferentes formas de cozinhar os esplêndidos peixes e mariscos portugueses;
- A maior corrida do mundo (assim o diz Fernando Alvim) está de volta ao Lago do Jardim do Campo Grande. Vai ser lá que, dia 18 de Abril, às 15h00, se encontrarão todos os amantes da velocidade, para mais uma “Grande Regata de Barquinhos a Remos”, uma corrida muito original onde todos poderão assistir e participar;
- O Laboratório Nacional de Engenharia Civil (LNEC) preparou, com o apoio da EDP, a exposição “Engenharia para a Sociedade”. No átrio principal e na galeria do LNEC estará exposta parte da engenharia portuguesa, ilustrada através de uma série de modelos reduzidos de estruturas e instalações experimentais utilizados em estudos para a garantia da segurança de grandes obras de engenharia. De 2a a 6a, das 09h00 às 19h00;
- O Arquivo Nacional da Torre do Tombo associa-se ao LisbonWeek com a apresentação de um documento do seu acervo, O Plano Geral de uma Cidade Olímpica para Lisboa - Campo Grande, 1934 e respectiva Memória Descritiva, da autoria dos arquitetos Jorge Segurado e António Varela. Pretende-se, com esta mostra, realçar o papel dos arquivos enquanto organizações vocacionadas para a conservação, preservação e valorização das memórias. Para ver de 2a a 6a das 09h30 às 19h15 e aos Sábados das 09h30 às 12h15.
Nesta edição, as exposições são gratuitas, mas as visitas culturais terão um valor simbólico, para garantir a sustentabilidade e excelência do evento. Os bilhetes custam entre 7€ e 10€, e podem ser adquiridos através da Ticketline. A Exposição “Porfírio Pardal Monteiro – Arquitecto de Lisboa” é gratuita durante a semana inaugural, e ficará patente até 1 de Junho na Biblioteca Nacional de Portugal. Para ver a mostra “Encontrar Maria Keil” é necessário possuir bilhete de acesso ao metro.
Este reencontro com Alvalade pode ser acompanhado em lisbonweek.com, e nas páginas oficiais de Facebook (LisbonWeek) e instagram @LisbonWeek. O mundo inteiro já está de olhos postos em Lisboa. De 10 a 19 de Abril, os olhares vão fixar-se em Alvalade.
segunda-feira, 4 de março de 2013
Requalificação da Alameda da Universidade
Divulga a Universidade de Lisboa no seu site o início, no dia 11 de Março, das obras de requalificação de Alameda da Universidade (freguesia de Alvalade), e consequente ocorrência de condicionamentos à circulação de tráfego automóvel. Está previsto que estes condicionamentos durem até ao mês de Maio, vigorando após estas obras as seguintes alterações:
Coincidentemente, este tema já tinha sido abordado na conversa do Pensar Lisboa com o candidato do PS à Junta de Freguesia de Alvalade, André Caldas. As alterações que se avizinham não realizam ainda o “sonho” (sic) de efectuar em túnel a ligação Avenida Lusíada–Avenida do Brasil, mas são decerto uma grande melhoria para a mobilidade e(m) segurança dos elementos da comunidade académica no campus da Universidade de Lisboa.
“Diminuição do tráfego automóvel na Alameda, passando a uma única faixa de rodagem, e proibição do atravessamento na Alameda para quem não se desloca para a Universidade de Lisboa. O acesso ao Campo Grande, para quem se desloca da Avenida Lusíada e vice-versa, passará a ser feito pela Avenida das Forças Armadas e pela Segunda Circular.”Esta requalificação inclui ainda
- a criação de uma Praça Central na Alameda da Universidade,
- melhorias ao nível da mobilidade pedonal (algumas das quais derivarão naturalmente como consequência de a Alameda da Universidade, por passar a ser em calçada, perder o seu estatuto de facto de autoestrada urbana),
- a arborização da Alameda da Universidade, e
- a criação de uma esplanada junto à Faculdade de Direito.
Coincidentemente, este tema já tinha sido abordado na conversa do Pensar Lisboa com o candidato do PS à Junta de Freguesia de Alvalade, André Caldas. As alterações que se avizinham não realizam ainda o “sonho” (sic) de efectuar em túnel a ligação Avenida Lusíada–Avenida do Brasil, mas são decerto uma grande melhoria para a mobilidade e(m) segurança dos elementos da comunidade académica no campus da Universidade de Lisboa.
Pensamento de
JC
à(s)
segunda-feira, março 04, 2013
3 comentários:
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sexta-feira, 1 de março de 2013
Pensar Lisboa com André Caldas
E lá saiu de novo o Pensar Lisboa à rua. Com a aproximação
das eleições autárquicas, Lisboa conhece este ano, novas realidades
territoriais. A reforma administrativa que foi levada a cabo, criou novas
Juntas de Freguesia que lançam novos desafios.
Nesse sentido, o Pensar Lisboa, desafiou um dos candidatos
a uma Junta de Freguesia. Foi André Moz Caldas, candidato pelo Partido
Socialista à Junta de Freguesia de Alvalade a estar no centro do debate. Com um
jantar na área de freguesia, pois claro, o Restaurante Tico-Tico, recebeu o
Pensar Lisboa e o nosso convidado.
A conversa tinha um fio condutor: Alvalade. Num ambiente
informal, o Pensar Lisboa foi ouvir as ideias do Candidato André Caldas. Amigo
e conhecido de alguns pensadores, o à-vontade foi notório. O conhecimento do
terreno foi tema debatido e explorado. O percurso de dirigente académico foi
lembrado e sobretudo valorizado, num território que conta mais de 25% da sua área
entregues à Universidade de Lisboa.
Esta nova junta de freguesia de Alvalade irá juntar as
actuais juntas de Alvalade, Campo Grande e São João de Brito. Uma zona histórica
e emblemática de Lisboa. Problemas? Muitos e bem identificados ao longo da
conversa. A falta de fixação dos jovens na freguesia. André Caldas, falou na
grande problemática do Jardim do Campo Grande e na ideia de criar a Lisboa
Cidade Erasmus, na zona do caleidoscópio. Tema caro ao Pensar Lisboa.
Falou-nos dos problemas das varandas traseiras do Bairro
de Alvalade e do pouco aproveitamento destas e da utilidade que teriam para
espaços públicos. Abordou ainda a necessidade de mais iluminação no bairro. E
na ideia de requalificar fachadas. Lembrou o projecto de 1994, de pintar as
casas, o que deu um novo brilho ao Bairro.
A conversa também levou ao apoio aos mais idosos. André
Caldas, afirmou mesmo que com ele Presidente de Junta, não contem com as excursões
a Fátima e o lavar de cabeça aos mais idosos por parte do Executivo.
Manifestou agrado pela ideia de a futura sede da Junta ser
na actual sede de São João de Brito e regozijou-se pela inauguração da nova
Biblioteca de Alvalade em Abril. Deu ainda o mote para a possibilidade de a
Junta de Freguesia, utilizar algum edifício que fique sem uso, para albergar
colectividades e até, se fosse caso de se entenderem, Partidos. Acredita que um
espaço para uma colectividade que se reúne uma vez por semana, não necessita de
um espaço próprio e pode bem partilhar com diferentes organizações, tudo bem
estipulado e com devidas escalas.
Falámos de idosos e da necessidade de acompanhamento. André
Caldas, elogiou o trabalho que a Santa Casa da Misericórdia de Lisboa tem feito
e quer garantir que a futura junta tenho um papel activo e de apoio aos mais
velhos. Quer assistência social no terreno e não à secretária. Falou ainda de
no futuro atrair mais jovens para a freguesia e possivelmente estudar a
possibilidade de programas de apoio e integração dos mais novos com os mais
velhos. Pobreza envergonhada, foi outro dos temas em debate, bem como a ligação
ao Banco Alimentar dos fregueses de Alvalade.
Constatou-se que não há parques infantis e que a zona da
Rua do Centro Cultural, paralela à Avenida do Brasil, seria um local ideal para
um pólo atractivo, sempre com a alavanca dos privados.
A moda dos quiosques de Lisboa, foi também abordada e o
candidato admitiu que gostaria de ter um quiosque na freguesia. Situação que
pensa, ser importante para o dinamismo e atracção de pessoas. O estacionamento
e o apagão do Centro Comercial de Alvalade, foram temas também debatidos
Numa Junta que futuramente irá ter cerca de 30 mil
eleitores, André Caldas, quer ser um Presidente próximo e por isso, admite a
possibilidade de descentralizar o Gabinete do Presidente. Quer andar na rua,
ouvir as pessoas e estar presente, quer seja ao tapar um buraco, numa acção de
uma associação, ou nas obras de espaços verdes.
Diz que o próximo Presidente de Câmara de Lisboa, seja ele
qual for terá no Presidente de Junta de Alvalade uma voz activa e um risco na
Assembleia Municipal de Lisboa.
Com confiança no escrutínio dos eleitores, André Caldas,
diz querer ser um Presidente de Junta chato para alcançar o melhor para a sua
freguesia.
Do nosso lado, foi um excelente serão e agradecemos a
amabilidade e disponibilidade do nosso convidado. Pensar Lisboa é isto! É ouvir,
conhecer, provocar também, mas aprender com quem quer fazer mais pela cidade.
sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013
O bruxedo do Metropolitano de Lisboa
- 31 de Janeiro: morte súbita em Odivelas.
- 4 de Fevereiro: morte súbita em São Sebastião.
- 6 de Fevereiro: indisposição dentro de carruagem, morte em Alvalade.
O Metropolitano de Lisboa parece estar embruxado...
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