Em Belém cresci, estudei, aprendi a andar de bicicleta, esfolei
os joelhos, levei meus amigos turistas, fui à bênção das fitas da minha alma mater.
Assisti à assinatura do Tratado de Lisboa e tenho vagas
recordações do aparato aquando da adesão à CEE.
Em Belém assisti a inúmeras funções de Estado, participei em
ações da Junta de Freguesia se Santa Maria de Belém e até em magustos, entre
amigos, cortei e assei castanhas.
Sempre fascinado pela proximidade do Rio Tejo à História de
um Portugal ensinado na sala de aula.
Assisti à construção do polémico CCB, fui à sua inauguração
e ali também já disfrutei em boa companhia da degustação de excelente arte.
Parece que agora um Vereador com o chefe ausente, teve mais
uma das suas brilhantes ideias.
Não muito longe de Belém, me indignou a transformação de uma
alegoria a revoluções passadas, pintadas num muro, em local de rentável
publicidade.
O Passado, seja-me conveniente ou não, é para se manter.
Evocações políticas de falta de sentido não me dizem nada.
Parece que inovações eleitoralistas, disfarçam o trabalho de
quem ausente, reprime quem, sempre sob sua alçada, quis marcar Lisboa pela sua
mão.
É triste. Mas uma ação tem sempre uma reação, e o Povo, soberano,
quer lá saber de uma CML que se esqueceu do que é importante em Lisboa. Esse
Povo, que tem em sua consciência a eleição deste executivo inconsequente,
delirado e ultrapassado; afinal preocupa-se.
Valha-nos isso. Nem que seja por agora.
Também aqui.
Bem, nem deixaram agosto chegar a bom termo e já voltaram à vossa habitual masturbação politica.
ResponderEliminarAtentai povo de Lisboa, a rentrée dos palas imberbes está aí.
Disponível num blog, facebook page e, pelos vistos, "jornal" online de conteúdo e idoneidade extremamente duvidosa perto de si.
Alegrai-vos alfacinhas, os laranjinhas voltam às latrinas politicas.
Boas vindas de férias! Já era com saudade que não lia a máquina do Rato a funcionar. Se bem que agora; a duas velocidades. Cumprimentos.
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