Que António Costa é um exemplo puro de incompetência política, nulidade ideológica e o típico aparalhista partidário, não há dúvidas.
Que ele prefere deixar Lisboa totalmente ao abandono, para ir para o Largo do Rato, incumprindo com a sua promessa de cumprir com o mandato. Que António Costa não quer respeitar Lisboa, nem o mandato das pessoas que votaram nele, que assim fique na sua consciência. Mau exemplo de democracia - e é isto que parte do PS acha que irá salvar o país. Quanto muito, ainda mais afundá-lo..
Mas o que realmente mais me admira, é como ainda se acha que este senhor, politicamente incompetente, pode ser alguma coisa como edil ou algo mais. Veja-se este exemplo, que não é virgem durante o seu mandato. De novo, uma greve do lixo e, de novo, prolongada. Não cabe a mim discutir os bons e os maus das reinvindicações dos grevistas. A sua razão terão. Mas o que mais surpreende, e é mais uma prova da nulidade política desta pessoa, é como a greve volta a acontecer, mais uma vez. Prejudicam-se os lisboetas e o senhor Costa, que chatice, lá tem que deixar a palhaçada interna do PS. Para quê? Para proferir palavras como estas. O problema não está na greve, está na chatice do pessoal produzir lixo e querê-lo fora de casa.
Enfim, pior do que isto será praticamente impossível...

Texto que revela um medo tremendo de António Costa, baseado em falácias. O exemplo da greve poderia facilmente ser rebatido com as inúmeras greves já feitas durante este governo. O exemplo do abandono do cargo de presidente da câmara poderia ser rebatido com o exemplo de Durão Barroso, que abandonou "apenas" o de primeiro-ministro. Caro Pedro, tente ser mais imparcial. Ódios de juventudes partidárias não levam a lado nenhum.
ResponderEliminar"incumprimento"... que palavra tão bem falante, que a reformada que preside a Assembleia foi retirar do baú para falar em falhanço, mas que tem sido tantas vezes usadas pelos PSD!
ResponderEliminarApenas e só para referir aos caros anónimos, que tanto tempo tiveram para responder, mas nenhum tempo para escrever uma argumentação digna desse nome, duas coisas muito rápidas:
ResponderEliminar1 - Critico e irei sempre criticar quem abandona o mandato a meio. Seja do PS, do PSD, do CDS/PP, do PCP, do BE; em suma, de qualquer partido. Cumprir o mandato, apesar de não ser obrigatório em termos legais, é um sinal de responsabilidade e respeito por quem votou, e depositou a sua confiança. Como tal, a crítica é válida mediante a coerência dos meus ditos, quer privados, quer públicos, sobre o tema. Como tal, trazer temas laterais, como as greves que caem sobre o Governo, não são chamados ao caso. Lisboa é Lisboa, Portugal é Portugal.
2 - Não pertenço a nenhuma "jotinha", desgosto bastante dessas agremiações de pessoas, e apenas penso e respondo perante a minha consciência. Unicamente. Como tal, argumentos laterais como "jotinhas" e "ódios de estimação" falham por completo o alvo. Não tenho "ódios de estimação", desconheço essa categoria.
Este atrasado mental do anónimo só vem aqui pregar quando o tema é o Costa. Depois acusa os outros de militância. Ridículo.
ResponderEliminarA CML tem vindo a ser utilizada, despudoradamente, como trampolim político. Sampaio deu o mote, Santana Lopes fez o mesmo, e Aº Costa aí vai. E Lisboa que se lixe.
ResponderEliminarDe qualquer forma, é possível ver o assunto imparcialmente. Basta olhar para alguns dos problemas da cidade, e ver se melhoraram ou pioraram ao longo destes anos.
Por aí se poderá ter uma ideia do que poderá ser Costa á frente dos destinos do país. Refiro-me a coisas tão básicas como o lixo, o estacionamento, o estado das ruas e dos passeios, os arrumadores, os mendigos profissionais, os sem-abrigo, as sarjetas, os grafitos...
Não me parece que nenhum dos problemas enumerados, à excepção do lixo (talvez) tenham piorado com o Costa ou devido ao Costa.
ResponderEliminarCaro Carlos Medina, pois eu dou-lhe o exemplo do jardim do Campo Grande, do Intendente, da avenida Duque d'Ávila, da abertura do metro no aeroporto e de muitas outras coisas concluídas durante o mandato do sr. Cossta
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