Como escreve, no Público, José António Cerejo não houve "uma bomba", apenas a confirmação de notícias anteriores. Foram adoptadas algumas das alterações propostas, falta saber quais e quando, sem grandes sobressaltos, tirando a saída de um director camarário e a mudança de departamento de outra.
Posto isto, porquê este cavalo de batalha por algo que é elementar, numa democracia saudável, a transparência? Não haveria melhor uso a dar aos recursos públicos, nomeadamente ao Departamento Jurídico da CML e eventuais causídicos externos?
Em Itália, Renzi quer dar o exemplo, por cá transparência e prestação de contas, parecem continuar a ser floreados bonitos no discurso político...
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