A EPAL encontrou medicamentos, como antibióticos e anti-inflamatórios, e
cafeína na água que abastece Lisboa. As quantidades são residuais e
estão longe de constituir um perigo para a saúde. Mas a empresa começou a
testar regularmente as nove substâncias detectadas. O objectivo é
controlar o efeito que os químicos que consumimos podem ter na nossa
saúde quando vão parar à água que bebemos...
Mesmo que o problema
não pareça grave, a EPAL leva sempre a sério os sinais de alerta.
“Quando recebemos uma queixa, através das linhas de apoio ao cliente
accionamos sempre um procedimento de verificação”, garante Maria João
Benoliel, que confessa ter de lidar, por vezes, com situações caricatas.
“Já aconteceu ligarem a dizer que acham que estão a ser envenenados com
arsénio, através da água da rede. E uma senhora uma vez ligou para cá a
queixar-se de que a água sabia a mercúrio, seja lá o que for esse
sabor”. Em todas as situações, a EPAL envia técnicos ao local para
recolher amostras e testar a água. “No final, contactamos sempre os
consumidores para lhes explicar os resultados das análises”.
In Sol
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