Os maquinistas do Metropolitano de Lisboa
recebem, em média, cerca de 2500 euros ilíquidos mensais por três horas
diárias (e são três, o número máximo de horas em que executam esse trabalho) de condução.
Trata-se da classe profissional mais
numerosa na empresa “Metro de Lisboa”, que paga ordenados acima dos mil
euros a todos os seus trabalhadores.
“É um trabalho monótono, muito desgastante”, explica
Diamantino Lopes, maquinista e dirigente da Federação dos Sindicatos dos
Transportes Rodoviários e Urbanos.
O nível salarial do Metropolitano
de Lisboa é o segundo mais elevado da Europa. Só os funcionários do
sistema subterrâneo de comboios de Viena
de Áustria ganham mais do que os trabalhadores do Metro de Lisboa.
Fica assim explicada a razão pela qual eles fazem greve: porque podem.
Estes e os da CP são a classe trabalhadora mais ridicula de Portugal. São dos poucos que têm o posto de trabalho (quase) garantido, ganham um salário muito acima da média, mas ainda têm a lata de parar a produção do país com as suas greves, por quererem ganhar ainda mais. Por mim, que nestas coisas sou mais extremista, era muito fácil resolver o assunto, porque aposto que há muito boa gente desempregada que não se importaria de receber metade do que eles recebem para fazer esse trabalho "monótono" e "desgastante". Eu próprio me ofereço para tal!
ResponderEliminarJá tinha conhecimento deste facto, mas fico satisfeito por o Pensar Lisboa o divulgar. Penso que tem mesmo de ser assim, os utilizadores do Metro de Lisboa têm de conhecer a realidade do serviço que utilizam.
ResponderEliminarNão fico tão chocado pelos salários que são pagos, isso é uma decisão da empresa. Fico sim chocado com a fraqueza dos motivos das greves, agravado pelo facto de receberem estes salários.
Isto é inadmissível, está na hora de dizer basta a estas greves ridículas. Lisboetas, não estão cansados de serem prejudicados por estes senhores? Por terem de ajustar as vossas vidas em função da vontade dos mesmos?
Continuem o vosso bom trabalho, e aumentem a sua divulgação.
Quem está no poder está porque foi eleito. Não é admissível que, quem não está de acordo, venha por meios que começam a ultrapassar os direitos de todos, torpedear a ação governativa com um uso "abusivo" dos seus direitos. Estamos cheios destes exemplos. Isto é uma luta de "poder pelo poder".
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