Consta que a Câmara que mais se adequa ao estado do país, cuja governação se resume aos holofotes da fama, deixando os problemas de Lisboa a nu e que mais se preocupa com acções saloias em espaços nobres da cidade, patrocinada pelo mais incompetente e execrável vereador de que há memória, que tem problemas com a liberdade individual, se lembrou de que esta é a melhor altura para a “elaboração de uma reflexão crítica contemporânea e alargada no sentido do que poderá ser hoje um museu de Lisboa”.
Preço da encomenda: uns míseros euros, coisa pouca!
Deixo à consideração do leitor, descobrir quais são as diferenças entre estas duas personagens e o seu ponto de partida em comum.



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